beckandroll perdeu seu cérebro em algum lugar entre Falluja e a Vila Tripa
Crise total no EOME! Falta de assunto, falta de dinheiro, falta de tempo, falta de inspiração e falta de maconha. Tempos difíceis para um blogueiro maldito, odiado e chato pracaralho. Fiquem com a historinha do gato Marmita, que já foi publicada algum dia nesse blog.

Marmita, o gato
Joares Juarez estava sentado próximo ao portão de sua casa, quando, ao longe, avistou um gato esquálido que mancava e cambaleava:
GATO (como se pedisse socorro): Meauuuuuu!
O gato se aproximou mais e sentou ao lado de Joares Juarez, que o escutou atentamente:
GATO (deprimido): Sabe... Eu estou cansado. Passei minha vida inteira no colo de uma madame, sentindo seus peidos fétidos e tendo que lamber sua boceta. E tudo isso em nome de quê? De uma suposta estabilidade social? De ter a certeza de acordar diariamente e ter uma tigela de leite fresco e um naco de filé servido no prato? Pois eu cansei meu amigo, cansei da mediocridade de se viver previsivelmente, esperando a morte chegar. Agora, eu quero viver!
JOARES JUAREZ (totalmente transtornado, tipo uma pessoa que acabou de ver um gato falando): Tu falaaaaa?????
GATO (nostálgico): Olha, durante minha vida inteira não falei uma só palavra, em respeito aos meus donos. Afinal, o que eles fariam se, num belo dia, eu começasse a tagarelar pela casa? Certamente, a reação deles não seria das mais interessantes à minha integridade física. Mas, hoje cansei. Quero uma nova vida. Será que você pode me ajudar?
JOARES JUAREZ (pensativo, acendendo um baseado e tragando profundamente): Gato, qual é seu nome?
GATO (devorando com os olhos o baseado entre os dedos de JJ): Até hoje, meu nome foi Robespierre, odeio esse nome e não o usarei mais.
JOARES JUAREZ: (o cérebro maquinando, maquinando) O teu nome, a partir desse momento, será MARMITA.
MARMITA (entrando numas): Marmita?! Taí, gostei! É popular. E, além do mais, tem um forte caráter simbólico, de rompimento dos grilhões opressivos da burguesia e de um reencontro com as classes populares. A marmita é o símbolo do operário, é um contraponto perfeito às merdas insossas que se come nas altas rodas. EU ME CHAMO MARMITAAAAAAAA!!!!!!
Nesse momento começam alguns burburinhos por detrás das moitas e dentro da casa de JJ:
JOARES JUAREZ (passando o beck para Marmita): Meu caro, eu também tô cansado. Mas eu tô cansado é de aguentar esse miserê, essa minha mulher gorda, chata e fedorenta; esses meus filhos que me odeiam. Eu não aguento mais essa vida de merda. Será que ainda tem vaga pra gato lá da madame?
MARMITA (agora, entendendo tudo): Provavelmente. Porque tu não vais até lá?
JOARES JUAREZ(eufórico): Mas é pra já, hahahahahahahaha!!!!!!!!
JJ sai correndo em direção ao palacete dos ex-donos de Robespierre, digo, Marmita. Chegando ao local, enfia-se por baixo da saia da madame, metendo o nariz em seu cu e lambendo sua boceta. A madame só consegue dizer: - Meu gatinho, meu gatinho...
Enquanto isso, Marmita fuma a baura até queimar os dedos. Os olhos vermelhos e a mente a mil. Entra em sua nova casa e começa a cagar lei:
MARMITA (estufando o peito e se achando o rei do proletariado): Ô mulher, vai fazer um chimarrão pra mim, e depois eu quero janta porque já tô na mó larica!!! E depois vamos para o quarto, porque eu tô necessitado, hehehehe...
MULHER GORDA, CHATA E FEDORENTA(tomando um banho checo): Ai, meu Jisuis!!!! As minha prece foru atendida! É hoje que eu tiro o atraso!
MARMITA(convencido): Prepare-se mulher, porque o meu pau é pequeno, mas é muuuuuuito brincalhão! E, afinal de contas, agora eu sou Marmita, o gato maconheiro, o gato proletário, o gato chinelão, o gato phodão, o gato bambambam, o gato vemcáqueeutambémquero, o gato...




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